Dentro do seleiro escuro, Esdras fica em posição de ataque. Uma voz estranha, em tom de zombaria surge do breu. "Ora, ora, ora... Se não é o "poderoso Esdras" com sua macheza imposta para nós". Do nada, doze tochas acendem, três em cada parede, iluminando o local. Esdras olha, imóvel, o ambiente desconfiado. À sua frente, cinco seres estranhos, parecem seres humanos, porém, o que chama a atenção são duas características. Sob os ternos pretos, via-se protuberâncias, doze, divididas igualmente em duas fileiras verticais e seus olhos azuis escuros, do mesmo tom das gravatas, pareciam ter um toque hipnotizador do modo que brilhavam, pareciam ser feitos de cristal.
"Venatores" disse Esdras num sussurro abafado pelos dentes serrados de raiva, porém surpreso. E diz em voz alta "Então são vocês os responsáveis por aquela confusão na cidade". O som de sua voz ecoa pelas paredes, mas num curto espaço de tempo.
O do meio, o mais alto e magro de todos respondeu com o queixo erguido e o peito estufado, responde com uma voz calma e suave "É claro! Quem mais faria?" e ri com a boca fechada, porém sorrindo. Esdras, com um olhar de raiva, pergunta o motivo. A reação foi inesperada. "Ha Ha Ha! Por qual outro caso seria?" disse o mesmo homem, "Vingança é claro" E vira apenas a cabeça para a direita, para ver os outros seres. Ele solta um sorriso. Em momento nenhum, as mãos deles saíram dos bolsos das calças. O que estavam escondendo?
"E o que faz aqui, seu verme?" Disse aquele que é o mais baixo e gordo. Ele estava mais ao fundo e à direita do homem mais magro. "Veio procurar encrenca?" Disse abrindo um sorriso curioso, como se estivesse zombando da situação.
"Vim fazer justiça" falou Esdras em um tom determinado. E o gordo voltou a questionar sem desfazer o sorriso. "E como sabia que era a gente?". "Não sabia que eram vocês até o momento em que vi o duende enforcado no candelabro lá no teto" e todos olharam para cima.
"Venatores" disse Esdras num sussurro abafado pelos dentes serrados de raiva, porém surpreso. E diz em voz alta "Então são vocês os responsáveis por aquela confusão na cidade". O som de sua voz ecoa pelas paredes, mas num curto espaço de tempo.
O do meio, o mais alto e magro de todos respondeu com o queixo erguido e o peito estufado, responde com uma voz calma e suave "É claro! Quem mais faria?" e ri com a boca fechada, porém sorrindo. Esdras, com um olhar de raiva, pergunta o motivo. A reação foi inesperada. "Ha Ha Ha! Por qual outro caso seria?" disse o mesmo homem, "Vingança é claro" E vira apenas a cabeça para a direita, para ver os outros seres. Ele solta um sorriso. Em momento nenhum, as mãos deles saíram dos bolsos das calças. O que estavam escondendo?
"E o que faz aqui, seu verme?" Disse aquele que é o mais baixo e gordo. Ele estava mais ao fundo e à direita do homem mais magro. "Veio procurar encrenca?" Disse abrindo um sorriso curioso, como se estivesse zombando da situação.
"Vim fazer justiça" falou Esdras em um tom determinado. E o gordo voltou a questionar sem desfazer o sorriso. "E como sabia que era a gente?". "Não sabia que eram vocês até o momento em que vi o duende enforcado no candelabro lá no teto" e todos olharam para cima.
Em um movimento de braço sincronizado, todos posicionaram suas mãos direitas abertas próximas ao corpo. E, como num fade in, surgiu uma foice em cada mão. "Venha fazer justiça" tentou, o homem magro, Esdras. "Com prazer"
E os olhos dourados de Esdras se encheram de um vermelho tipo sangue e caminhou em direção a eles. "Fartura, ele é seu" disse o maior homem para o menor. "Com prazer" ele respondeu. "Será uma batalha deliciosa". E correu para o ataque.
E os olhos dourados de Esdras se encheram de um vermelho tipo sangue e caminhou em direção a eles. "Fartura, ele é seu" disse o maior homem para o menor. "Com prazer" ele respondeu. "Será uma batalha deliciosa". E correu para o ataque.
No meio do caminho, quando Esdras começara a correr, o homem gordo some. Uma risada, provavelmente dele, toma conta do ambiente. As chamas das tochas movem-se no sentido horário. E sem tirar os olhos do homem da frente, levanta, em um movimento certeiro, sua espada. Esdras ensaia um sorriso, enquanto o homem alto arregala os olhos. Fartura estava com a espada fincada no meio de sua testa. O sangue verde escorreu pelo pulso até o cotovelo de seu assassino e começou a pingar, formando uma poça no chão. "Quem será o próximo, Riqueza? Mande-me o próximo a ser sacrificado". Agora é a vez de Esdras zombar enquanto abaixa a espada, derrubando o morto. Os quatro homens restantes retomaram a postura séria.
Com um olhar um tanto... sedutor, Riqueza, o tal 'homem alto e magro', dá uma resposta rápida. "Essa batalha não é para ser feita num seleiro como este. Muito menos para um momento desse. Espere e terá a oportunidade de lutar pela sua vida. Se é que você terá chance. Ha Ha Ha Ha Ha!!!" E os quatro brilham numa luz branca forte somem no ar.
Com um olhar um tanto... sedutor, Riqueza, o tal 'homem alto e magro', dá uma resposta rápida. "Essa batalha não é para ser feita num seleiro como este. Muito menos para um momento desse. Espere e terá a oportunidade de lutar pela sua vida. Se é que você terá chance. Ha Ha Ha Ha Ha!!!" E os quatro brilham numa luz branca forte somem no ar.
Esdras sai do seleiro.
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