Um pouco mais de um mês se passou, seis semanas para ser mais exato, desde aquele incidente do seleiro e o trio chega, finalmente na cidade de São Paulo. Foi uma viagem longa, cansativa, mas ao menos chegaram inteiros. Chegaram por volta das duas horas da tarte, procuraram um lugar para poderem almoçar.
Logo de cara eles foram para o primeiro restaurante que encontraram, é um do tipo self-service. O lugar não era muito chique, estava caindo aos pedaços para falar a verdade, mas ao menos podiam comer. Eles sentaram numa mesa próxima a porta sem nenhum motivo especial, apenas por conforto mesmo (era a única mesa que estava limpa). E foram se servir. Leila foi direto à salada, enquanto os dois foram comer carne.
Enquanto isso, numa mesa próxima, quatro homens conversam, um deles com um capuz cobrindo-lhe o rosto, Um deles possuía uma cicatriz logo abaixo do olho esquerdo. "Então é só isso que você quer que nós façamos?" perguntou um dos homens. "Isso! Se ocorrer tudo como o planejado, cada um leva uma bolada de dinheiro" disse o encapuçado. "De quanto exatamente falamos?" disse outro. Como resposta, o homem que se esconde levanta uma maleta brilhante e abre em cima da mesa, mostrando vários bolos bem organizados de dinheiro. "15 mil reais para cada". "Isso só por causa de uma garota? Tudo bem então" disse o cara com a cicatriz ", aceitamos!". "Perf..." o homem do capuz, levantando a cabeça, mostra o rosto e assim, vê logo de cara Leila. Ele arregala os olhos e fica com a boca aberta.
Enquanto isso, numa mesa próxima, quatro homens conversam, um deles com um capuz cobrindo-lhe o rosto, Um deles possuía uma cicatriz logo abaixo do olho esquerdo. "Então é só isso que você quer que nós façamos?" perguntou um dos homens. "Isso! Se ocorrer tudo como o planejado, cada um leva uma bolada de dinheiro" disse o encapuçado. "De quanto exatamente falamos?" disse outro. Como resposta, o homem que se esconde levanta uma maleta brilhante e abre em cima da mesa, mostrando vários bolos bem organizados de dinheiro. "15 mil reais para cada". "Isso só por causa de uma garota? Tudo bem então" disse o cara com a cicatriz ", aceitamos!". "Perf..." o homem do capuz, levantando a cabeça, mostra o rosto e assim, vê logo de cara Leila. Ele arregala os olhos e fica com a boca aberta.
"Não pode ser" ele sussurrou pra si próprio. Rapidamente, ele volta com a sua expressão de sério. "Cavalheiros, tenho uma ótima notícias para vocês. O alvo está mais próximo do que imaginam" e aponta com o queixo para Leila. "Levem-na ao meu apartamento o mais rápido possível e não deixem rastros" e sai rapidamente.
Os três homens se entre olharam, um deles deu de ombro e se levantaram em direção à Leila que está sozinha no caixa pra pagar. "Olá gata. O que uma bela moça como você faz num lugar como esses?" disse um dos homens. "Olha, se querem me assaltar, sinto lhes dizer que não tenho nada". Não não..." se apressou dizendo outro homem, "nós só queremos te proteger, lugares como esse tem muita gente má". "E quem me garante que vocês não são tais pessoas más?" retrucou a moça. O terceiro chegou com um copo cheio "Pessoas más te pagariam um almoço?" disse colocando uma vinte reais no caixa. "Vamos, só estamos tentando ser legais com você. Nos dê uma chance de provar isso, por favor."
Ela pega o copo e dá um gole. Agradece...
Espera! Tudo está escuro? Não estou enxergando nada! O que aconteceu? Que vozes estranhas são essas? Tenho que tentar chamar Renato e Esdras. ... Espera... a minha voz... não sai... por que?
Os três homens se entre olharam, um deles deu de ombro e se levantaram em direção à Leila que está sozinha no caixa pra pagar. "Olá gata. O que uma bela moça como você faz num lugar como esses?" disse um dos homens. "Olha, se querem me assaltar, sinto lhes dizer que não tenho nada". Não não..." se apressou dizendo outro homem, "nós só queremos te proteger, lugares como esse tem muita gente má". "E quem me garante que vocês não são tais pessoas más?" retrucou a moça. O terceiro chegou com um copo cheio "Pessoas más te pagariam um almoço?" disse colocando uma vinte reais no caixa. "Vamos, só estamos tentando ser legais com você. Nos dê uma chance de provar isso, por favor."
Ela pega o copo e dá um gole. Agradece...
Espera! Tudo está escuro? Não estou enxergando nada! O que aconteceu? Que vozes estranhas são essas? Tenho que tentar chamar Renato e Esdras. ... Espera... a minha voz... não sai... por que?
Na mesa próxima a porta, alguns minutos depois do incidente da garota, Esdras e Renato sentam com o prato cheio para almoçar. Eles se perguntam de Leila, mas é claro que nenhum dos dois imaginam o que aconteceu. Hipóteses como de ela estar no banheiro, por exemplo, surgem, mas não há respostas certas.
Os dois terminam de almoçar e nada da Leila aparecer. "Estou ficando preocupado com ela. Será que aconteceu algo?" Indagou Renato. "Não sei. Vou dar uma olhada pelo restaurante, e você poderia dar uma olhada lá fora". "Certo!". E foram.
Renato está andando na calçada barrenta na frente, procurando por Leila e por pistas. Esdras, alguns minutos depois aparece. "Nenhum sinal dela. E você?". "Nada também" Disse Renato com um joelho no chão olhando para baixo. "Espera! Acho que achei alguma coisa". Ele pegou uma fita roxa do chão. "Isso não é da Leila? Ela ganhou no aniversário de 15 anos da melhor amiga ano passado" disse ele.
"Como sabe?"
"Está escrito. Aqui: Leila Cotto, 15 anos. De sua melhor amiga para sempre, Raf... Está rasgado aqui o outro nome. Suponho que seja Rafaela, mas não dá pra saber".
"Está escrito. Aqui: Leila Cotto, 15 anos. De sua melhor amiga para sempre, Raf... Está rasgado aqui o outro nome. Suponho que seja Rafaela, mas não dá pra saber".
"Renato, eu sei o que você deve estar sentindo e o que você deve estar querendo, mas temos que ir para a prefeitura, temos que encontras as três irmas, ela saberá como tirar vocês dessa encrenca". Ele se levanta.
Uma lágrima escorre do rosto de Renato, sua mão aperta forte a fita, seus lábios são pressionados um contra o outro, e sussurra algo. "Eu vou te salvar Leila, custe o que custar"
Uma lágrima escorre do rosto de Renato, sua mão aperta forte a fita, seus lábios são pressionados um contra o outro, e sussurra algo. "Eu vou te salvar Leila, custe o que custar"
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