Deitado sem camisa na cama, Renato está no escuro do seu quarto pensando em Leila, desejando estar junto dela, imaginando o que ela devia estar fazendo, o que ela devia estar pensando. "Talvez se eu dormir um pouco, encontre ela nos meus sonhos de novo" pensou ele pouco antes de adormecer.
Em um lugar longe de tudo, longe de todos, Renato caminha em direção a uma grande árvore, uma árvore solitária no meio do campo. Ela está bem florida, há algumas pétalas na grama. Graças às flores, a árvore não possui uma coloração verde comum, mas sim um rosa, um rosa bem claro. Ele decide se sentar e apenas sentir a brisa tocar-lhe o rosto. Ele fecha os olhos por um instante. Nada vem em sua mente. Poucos segundos depois, ele sente algo se apoiar em suas pernas, mas ele não se importa, continua com os olhos fechados apenas sentindo a doce brisa.
Logo ele abriu os olhos, apenas para verificar o que (ou quem) estava em sua perna. Era ela, Leila, sua amada. Ele apenas sorriu e apoiou sua mão nela, acariciando sua cabeça. Leila sorri e se ajeita no colo do seu amado. Ela o olha, os olhares se cruzam... As luzes do céu tornam o momento mágico, o sereno na grama reflete o luar, a árvore dança ao ritmo do vento, tudo para um momento perfeito. E foi.
E assim foi até o fim.
Ela, de um lado da cidade, debaixo do lençol, abraça o travesseiro como se fosse seu amor. Do outro, ele, sem abrir os olhos e nem tirar o braço de cima da cara, sorri. Ambos felizes com o que sonhavam, com o que viveram dormindo.
Em um lugar longe de tudo, longe de todos, Renato caminha em direção a uma grande árvore, uma árvore solitária no meio do campo. Ela está bem florida, há algumas pétalas na grama. Graças às flores, a árvore não possui uma coloração verde comum, mas sim um rosa, um rosa bem claro. Ele decide se sentar e apenas sentir a brisa tocar-lhe o rosto. Ele fecha os olhos por um instante. Nada vem em sua mente. Poucos segundos depois, ele sente algo se apoiar em suas pernas, mas ele não se importa, continua com os olhos fechados apenas sentindo a doce brisa.
Logo ele abriu os olhos, apenas para verificar o que (ou quem) estava em sua perna. Era ela, Leila, sua amada. Ele apenas sorriu e apoiou sua mão nela, acariciando sua cabeça. Leila sorri e se ajeita no colo do seu amado. Ela o olha, os olhares se cruzam... As luzes do céu tornam o momento mágico, o sereno na grama reflete o luar, a árvore dança ao ritmo do vento, tudo para um momento perfeito. E foi.
E assim foi até o fim.
Ela, de um lado da cidade, debaixo do lençol, abraça o travesseiro como se fosse seu amor. Do outro, ele, sem abrir os olhos e nem tirar o braço de cima da cara, sorri. Ambos felizes com o que sonhavam, com o que viveram dormindo.
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