- Por que não me disse lá fora que era professor? Que seria o MEU professor?
Rebeca, depois do fim da aula, abordou o seu novo professor. Indignada e surpresa de saber que o rapaz que a ajudara fosse o seu novo professor.
- Você não perguntou. - Sorriu ele da graça que acabara de fazer. - Você só queria saber onde seria a próxima aula, não o seu professor.
- Achei que fosse aluno. Um veterano.
- Eu sou um veterano... Em partes. Estudei aqui há alguns anos atrás e decidi me tornar professor. Estudei para isso. Eu sou calouro, como você, só que sou calouro como professor.
Depois de alguns minutos de conversa, para evitar se atrasar, Rebeca se despede do seu novo professor e partiu para a próxima aula. Apesar de achá-lo bonito e simpático, não se passou muito tempo até que Gustavo voltasse a dominar a sua mente. A vontade de falar com ele crescia a cada instante, mas imagina que vá atrapalhá-lo, então nem sequer pega o telefone.
Por volta das 13 horas, após o termino das aulas matutinas de Rebeca, ela decide, então, ligar para o Gustavo, ela sabia que estava na hora de almoço dele.
- Olá, Gus!
- Oi Rê! Tudo bem?
- Tudo sim. E com você?
- Eu to bem. To resolvendo algumas coisas para a viajem. Aconteceu algo?
- Não não, só queria ouvir a sua voz, saber que está bem.
- Ah sim! Como está sendo o primeiro dia?
- Está tranquilo. Tive um probleminha para achar a minha sala mas isso é normal. Ainda bem que não perdi a aula.
- Fico feliz por você.
- Devo estar te atrapalhando. Olha, vou desligar aqui. Mais tarde começa a próxima aula e não quero me atrasar. A noite a gente se fala?
- Nos falamos sim. Beijos e boa aula.
- Beijos.
Gustavo voltou então a trabalhar e Rebeca foi almoçar.
Quinta-feira de manhã.
Gustavo arrumando os últimos detalhes para a viajem. Pouco antes de partir, já dentro do carro, ele decide então ligar para Rebeca. Porém, ela não está atendendo. Ligou duas, três, quatro vezes, mas nenhuma fora atendida. "Ela deve estar dormindo" pensou ele. Porém, quando ele ligou o carro, à sua frente, a figura daquela moça ruiva com uma calça simples e uma regata incomum lhe fez presente. Deixou o carro ligado e foi abraçá-la.
- Não poderia deixar você partir sem um abraço.
Aquele abraço tomou conta do seu corpo, envolveu-a de modo que ela não queria sair mais. Sentia-se segura, protegida, amada. Aquele abraço que durou segundos, que pareceu horas, poderia ter durado a vida toda. Ela sentia o cheiro dele e esquecia do mundo. Porém, infelizmente, ele tinha que partir. Antes de partir para o festival, ele ofereceu a ela uma carona até a faculdade. Ela aceitou. Passaria, então, um pouco a mais de tempo com aquele que, de acordo com a sua mente e seu desejo, era o único compatível com o seu coração, sua mente e seus ideais.
Chegaram, enfim, nas imediações da faculdade. Ela saiu do carro e enrolavam, pois nenhum dos dois queria, de certo, partir. Mas, infelizmente, ele tinha que ir trabalhar. Depois de alguns minutos, assim ele o fez. Partiu, deixando-a ali em pé a olhar o carro virar a esquina. Ela apertou os livros em seu peito, sentiu o perfume dele em suas roupas e foi para a aula feliz.
Ela estava, de fato, amando-o.
- Olá, Gus!
- Oi Rê! Tudo bem?
- Tudo sim. E com você?
- Eu to bem. To resolvendo algumas coisas para a viajem. Aconteceu algo?
- Não não, só queria ouvir a sua voz, saber que está bem.
- Ah sim! Como está sendo o primeiro dia?
- Está tranquilo. Tive um probleminha para achar a minha sala mas isso é normal. Ainda bem que não perdi a aula.
- Fico feliz por você.
- Devo estar te atrapalhando. Olha, vou desligar aqui. Mais tarde começa a próxima aula e não quero me atrasar. A noite a gente se fala?
- Nos falamos sim. Beijos e boa aula.
- Beijos.
Gustavo voltou então a trabalhar e Rebeca foi almoçar.
Quinta-feira de manhã.
Gustavo arrumando os últimos detalhes para a viajem. Pouco antes de partir, já dentro do carro, ele decide então ligar para Rebeca. Porém, ela não está atendendo. Ligou duas, três, quatro vezes, mas nenhuma fora atendida. "Ela deve estar dormindo" pensou ele. Porém, quando ele ligou o carro, à sua frente, a figura daquela moça ruiva com uma calça simples e uma regata incomum lhe fez presente. Deixou o carro ligado e foi abraçá-la.
- Não poderia deixar você partir sem um abraço.
Aquele abraço tomou conta do seu corpo, envolveu-a de modo que ela não queria sair mais. Sentia-se segura, protegida, amada. Aquele abraço que durou segundos, que pareceu horas, poderia ter durado a vida toda. Ela sentia o cheiro dele e esquecia do mundo. Porém, infelizmente, ele tinha que partir. Antes de partir para o festival, ele ofereceu a ela uma carona até a faculdade. Ela aceitou. Passaria, então, um pouco a mais de tempo com aquele que, de acordo com a sua mente e seu desejo, era o único compatível com o seu coração, sua mente e seus ideais.
Chegaram, enfim, nas imediações da faculdade. Ela saiu do carro e enrolavam, pois nenhum dos dois queria, de certo, partir. Mas, infelizmente, ele tinha que ir trabalhar. Depois de alguns minutos, assim ele o fez. Partiu, deixando-a ali em pé a olhar o carro virar a esquina. Ela apertou os livros em seu peito, sentiu o perfume dele em suas roupas e foi para a aula feliz.
Ela estava, de fato, amando-o.
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